A Nina Lemos é aquela pessoa que escreve o que eu sinto, mas que às vezes tenho enorme dificuldade para explicitar. Aí encontro um texto dela e pronto: era exatamente aquilo.Já dei ctrl c+ ctrl v em um dos textos dela neste post aqui. E hoje tem outro ctrl c + ctrl v.
O dia em que rasguei sua lista de exigências (ou o fim do tratamento VIP)
Algumas vezes na vida a gente se encanta loucamente por alguém (o que é ótimo). Só que algumas vezes somos meio loucos e decidimos que essa pessoa vai ter tratamento VIP na nossa vida. Claro, isso não é uma decisão consciente, mas uma coisa que acaba acontecendo. Quando percebemos, estamos tratando o sujeito, que geralmente é nosso pretê, como se fossemos assessor de celebridades e ele um famoso do porte da Madonna. Oferecemos cem toalhas brancas, comidas exóticas e tolerância total.
Se a celebridade que elegemos dá uma pisada na bola, não reclamamos. Afinal, que medo, ela pode nos demitir da vida delas! Resultado, nós socialistas da amizade, acabamos admitindo coisas que não admitiríamos de ninguém (pelo menos não sem dar uma bronca).
As celebridades do nosso coração em geral são namorados. Mas algumas vezes exs também continuam com o status. E lá vai você, responder a uma lista de exigências que ele fez para ficar na sua vida (ou foi você quem inventou). O senhor não quer ser incomodado, entendo que não atenda o telefone. O senhor estava muito sensível, entendo que tenha me colocado em uma roubada.
Até que uma hora, é claro, as coisas mudam. Você acorda da abdução e se toca que ninguém, mas ninguém nesse mundo merece tolerância total. E decide tirar a pulseira vip do braço do sujeito e rasgar a lista de exigências! Lidar com celebridades é muito complicado. E você jamais seria um um assessor de famosos. Jamais.
Achei o texto uma paulada mental! A outra paulada é admitirmos que realmente fazemos isso (caso seja verdade, claro! Eu faço...infelizmente) e rasgarmos a lista de exigências e a pulseirinha VIP.
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21 de agosto de 2010
16 de fevereiro de 2010
Alalaô...ouô...ouô...
Eu não gosto de carnaval. Apesar de ser feriado prolongado, o motivo nunca me atraiu. Não gosto de bagunça, lugares lotados, gente bêbada pela rua se comportando de forma ameaçadora.
Pra mim, este texto da Nina Lemos exemplifica tudo o que eu sinto.
Pra mim, este texto da Nina Lemos exemplifica tudo o que eu sinto.
O Carnaval e a desculpa para o surto
Tem gente que surta no Carnaval. Sai pegando todo mundo, se veste de mulher, coloca uma melancia no pescoço, para tudo se acabar na quarta-feira. Eu nunca gostei de Carnaval. Desde criança. Esse ano até dei uma chance. Mas tive uma iluminaçao e descobri qual o meu problema com a folia.
Eu, como canta lindamente meu amigo Tatá Aeroplano, às vezes surto mesmo. Várias vezes por ano. Só que eu näo preciso de desculpa (e nem de data) para surtar. Alguns surtos, tipo certo ataque de euforia acontecido em um puteiro da Augusta em junho do ano passado (hey, marcos, hey rodolpho), são surtos ótimos. Outros, como aquelas coisas que todo-mundo-sabe-como-acontecem sáo surtos chatos. Porque sáo momentos de tristeza. Não, eu nem sou bipolar. Eu sou humana! E sou livre (thanks, Freud).
Por isso, eu me fantasio durante o ano, claro! Tenho amigos que são legais o suficiente para darem festas onde a gente pode dançar de maiö se quiser. E eu também fico com quem eu quero (se a pessoa quiser etc). Nao preciso de desculpa para sexo casual, portanto. E nem para ataques de baladas sangrentas que vao acabar lá pelas seis da manha e onde eu faço até bobagens que nao devia (eu disse que eu SURTO mesmo). Eu canto até fica rouca em qualquer mës (hey, xico, vocë lembra daquele último show do wander? Aquilo não foi sensacional?). E danço, danço muito, até os pés doerem (eu e Vivian no shoiw do Del Rey no Rio, loucas). Eu grito na rua. Bem alto. É só eu encontrar certos amigos no Sujinho, principalmente os gaúchos (Ei, Estevito!). E, ai, quando eles se juntam com os pernambucanos...
Eu só tento o ano todo ser fiel e não magoar os meus amigos. Mas isso eu tento o ano todo. Nem sempre consigo. Mas eu me esforço.
E como eu também não preciso de desculpa pra surtar, uma das coisas q fiz no carnaval foi ir à boate q sempre vou, tomar cerveja e dançar muuuuuuuito. O surto foi por conta do único mojito q tomei (mas q não fez maiores estragos).
A roupa pra surtar:

- Camiseta Rock n' roll do Carrefour (em homenagem ao carnaval...rs), short q comprei de uma amiga sacoleira e colete q comprei por R$10 em uma lojinha do centro da cidade.
Tem gente que surta no Carnaval. Sai pegando todo mundo, se veste de mulher, coloca uma melancia no pescoço, para tudo se acabar na quarta-feira. Eu nunca gostei de Carnaval. Desde criança. Esse ano até dei uma chance. Mas tive uma iluminaçao e descobri qual o meu problema com a folia.
Eu, como canta lindamente meu amigo Tatá Aeroplano, às vezes surto mesmo. Várias vezes por ano. Só que eu näo preciso de desculpa (e nem de data) para surtar. Alguns surtos, tipo certo ataque de euforia acontecido em um puteiro da Augusta em junho do ano passado (hey, marcos, hey rodolpho), são surtos ótimos. Outros, como aquelas coisas que todo-mundo-sabe-como-acontecem sáo surtos chatos. Porque sáo momentos de tristeza. Não, eu nem sou bipolar. Eu sou humana! E sou livre (thanks, Freud).
Por isso, eu me fantasio durante o ano, claro! Tenho amigos que são legais o suficiente para darem festas onde a gente pode dançar de maiö se quiser. E eu também fico com quem eu quero (se a pessoa quiser etc). Nao preciso de desculpa para sexo casual, portanto. E nem para ataques de baladas sangrentas que vao acabar lá pelas seis da manha e onde eu faço até bobagens que nao devia (eu disse que eu SURTO mesmo). Eu canto até fica rouca em qualquer mës (hey, xico, vocë lembra daquele último show do wander? Aquilo não foi sensacional?). E danço, danço muito, até os pés doerem (eu e Vivian no shoiw do Del Rey no Rio, loucas). Eu grito na rua. Bem alto. É só eu encontrar certos amigos no Sujinho, principalmente os gaúchos (Ei, Estevito!). E, ai, quando eles se juntam com os pernambucanos...
Eu só tento o ano todo ser fiel e não magoar os meus amigos. Mas isso eu tento o ano todo. Nem sempre consigo. Mas eu me esforço.
E como eu também não preciso de desculpa pra surtar, uma das coisas q fiz no carnaval foi ir à boate q sempre vou, tomar cerveja e dançar muuuuuuuito. O surto foi por conta do único mojito q tomei (mas q não fez maiores estragos).
A roupa pra surtar:
- Camiseta Rock n' roll do Carrefour (em homenagem ao carnaval...rs), short q comprei de uma amiga sacoleira e colete q comprei por R$10 em uma lojinha do centro da cidade.
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